Uma História Inspiradora

Olá Querida Artesã….Olá Querido Artesão , algum tempo atrás me enviaram uma História Inspiradora, dizendo ser a verdadeira história do fundador da empresa Tramontina, o Senhor Valentim Tramontina, que viveu na cidade de Carlos Barbosa no Rio Grande do Sul.

Eu sinceramente não acreditei que está história seja verdadeira e apesar de muita gente dizer o contrário.

Mas acima de tudo, de ser ou não verdadeira, ela é muito interessante, pois apresenta uma lição de vida que pode servir de inspiração para você.

Esta História Inspiradora pode ser usada para as pessoas que tem medo de mudanças ou para aquelas que estão começando uma nova carreira.

Serve principalmente para quem pretende ampliar ou mesmo iniciar o seu próprio negócio. Para todos que estão com muito receio de investir em novos Empreendimentos, principalmente neste momento, em que há muitas dúvidas sobre os rumos da economia do nosso país.

Leia com atenção pois acredito que você também gostará muito, lembrando mais uma vez que pode até não ser real, mas ela traz uma grande lição de vida:

O PORTEIRO DO PUTEIRO

Não havia no povoado pior ofício do que ‘porteiro do prostíbulo’.

Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?

O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.

Até que um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.

Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.

historia-inspiradoraE ao porteiro disse:

– A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.

– Eu adoraria fazer isso, senhor. – Balbuciou – Mas eu não sei ler nem escrever!

– Ah Senhor! sinto muito! Mas se é assim, não poderá seguir trabalhando aqui.

– Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.

Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte em outro lugar.

Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer agora?

Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.

Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.

Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.

Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.

E assim o fez.

No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:

– Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.

– Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar …

Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.

Se é assim, está bom.

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:

– Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não vende ele para mim?

– Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.

– Façamos um trato – disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?

Ele gosou da ideia e aceitou.

No outro dia voltou a montar na sua mula e viajou.

No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.

– Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.

Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.

Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’.

Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.

Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.

De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.

A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.

Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.

Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.

Todos estavam contentes e compravam dele.

Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.

Ele era um bom cliente.

Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.

Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.

E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc …

E após foram os pregos e os parafusos…

Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.

Um dia decidiu doar uma escola ao seu povoado.

Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.

No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:

– É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.

– A honra seria minha – disse o homem. – Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.

– O Senhor?!?! – Disse o prefeito sem acreditar.O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?

– O senhor com certeza não vai acreditar. – Disse o homem com calma. – Mas se eu soubesse ler e escrever… ainda seria um PORTEIRO DE PUTEIRO!!!

Claro que este Conto tem mais cara de Lenda Urbana, mas sem dúvida é uma Grande História Inspiradora para as nossas Vidas!

Sempre buscamos motivos para não tentar, ao invés de fazer o contrário. Diante de qualquer adversidade desistimo dos nossos objetivos, dos nossos Sonhos.

E principalmente nos momentos de Crise, como estamos passando agora costumam ter mais medo de Mudanças. A história da Humanidade sempre mostrou que Grandes Empresas foram criadas em momentos de Crise e Recessão Econômica.

Nunca devemos nos preocupar com a possibilidade de derrotas, elas devem servir de inspiração para o nosso Sucesso.

As águas de um rio não se importam se um dia aparece novos obstáculos(pedras ou troncos de árvores) elas sempre buscam novos “caminhos” para seguir o seu percurso.

Faça o mesmo em sua Vida, busque Novos Caminhos, diante de qualquer obstáculo!

E para concluir quero deixar duas frases de dois gênios que serve muito bem para todos:

Henry Ford:
O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência.

Platão:
Tente mover o mundo – o primeiro passo será mover a si mesmo.

Um abraço Queridos e até a próxima.

Gil Santos.